Justiça Bandeirante inicia segunda fase com campanha itinerante de Segurança da Informação

        O Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio da Secretaria de Tecnologia da Informação (STI), deu início ontem (3) à segunda fase do Projeto Justiça Bandeirante na 1ª Instância, que inclui também a inédita campanha itinerante de Segurança da Informação. A 6ª Região Administrativa Judiciária (RAJ), com sede em Ribeirão Preto, recebeu o seminário inaugural. Vários encontros acontecerão simultaneamente em outros prédios da comarca até a próxima sexta-feira (7).
        
Todos os encontros são focados em grupos e competências definidas como Cejusc, Colégio Recursal, áreas cível e criminal, gestores de unidades judiciais, distribuidores, administrações dos prédios e oficiais de Justiça. Essa é a primeira vez na história do TJSP que os oficiais se encontrarão para trocar informações, aprender e ensinar, sugerir e investir na melhoria da prestação jurisdicional. Todos, sem exceção, terão a mesma oportunidade de participar das palestras e das dinâmicas em equipes.
        
Além do feedback da primeira fase, o Justiça Bandeirante inova com o workshop de conscientização sobre Segurança da Informação e o lançamento do Projeto InfraJus, com a finalidade de realizar levantamento das estruturas e tecnologias que suportam o Sistema SAJ, os serviços de TI, os usuários e sua conectividade, a fim de verificar as possíveis causas de lentidões temporais e buscar uma performance com maior velocidade e fluidez no uso do SAJ e demais soluções tecnológicas. 
        
Na abertura do seminário, o juiz diretor da 6ª RAJ, Luis Augusto Freire Teotonio, enfatizou a importância da iniciativa do TJSP, a satisfação em ser a comarca pioneira e agradeceu a presença de todos.         
        
A secretária da STI, Rosely Castilho, fez um comparativo entre os problemas encontrados no sistema com a febre de uma criança. “Não queremos dar um remédio para a febre e aceitar que é uma virose, temos que buscar a causa dessa febre. Da mesma forma, a TI faz o levantamento dos problemas, buscando suas causas para chegar à solução.”
        
Integrantes das equipes da STI e da Softplan abordaram assuntos relevantes como as funcionalidades do SAJ, a estrutura da rede e o tráfego de informações, bem como as transformações dos últimos dez anos e o investimento do TJ no projeto 100% Digital, além de cuidados relativos à segurança da informação, profissional e pessoal, demonstrando o perigo da exposição virtual, do uso compartilhado de senhas, do acesso às redes Wi-Fi abertas e forneceram ainda outras dicas.  
        
Ainda neste mês, o Justiça Bandeirante e a campanha itinerante de Segurança da Informação serão levados aos servidores da 10ª RAJ (Sorocaba) entre os dias 17 e 20 e, também aos de Bauru (3ª RAJ), de 25 a 27.
        
Segurança da Informação (SI) – a primeira edição da campanha itinerante de SI acompanhará a segunda fase do Justiça Bandeirante. O diretor da STI 4, Edivaldo Antonio Sartor, e o coordenador de Planejamento da STI 5.3, Emerson Perazolo, percorrerão as RAJs para conscientizar os servidores sobre boas práticas de segurança, com dicas de uso adequado das ferramentas digitais. “Se você adota um comportamento seguro em casa, com sua família, naturalmente adotará também no trabalho. A mudança de cultura para uma vida mais segura beneficia a todos, pessoalmente e no TJSP”, destaca Edivaldo.
        
Para facilitar a disseminação das informações, a STI desenvolveu uma cartilha de SI.    
        
Sobre o Justiça Bandeirante –  lançado em março deste ano, busca a utilização plena da tecnologia de forma mais produtiva para efetiva prestação jurisdicional. A primeira fase, que terminou em julho, promoveu encontros com servidores das dez RAJs, nos quais foram diagnosticadas dificuldades encontradas no processo digital e oferecidas também sugestões para melhoria do Sistema de Automação do Judiciário (SAJ). O levantamento promoveu ainda intensificação dos trabalhos na STI para melhorar a performance do sistema.
        
Um novo conceito de qualificação foi construído a partir desses encontros, com destaque para as “pílulas de conhecimento”, que são peças educacionais de curtíssima duração com informações pontuais e relevantes sobre o uso do SAJ, desenvolvidas em linguagem próxima da realidade dos servidores para proporcionar maior domínio da ferramenta de trabalho. Aulas temáticas, treinamentos presenciais e a distância, material de apoio como apostilas e vídeos tutoriais também serão usados para aprimorar o uso do sistema SAJ.
        
Brevemente serão disponibilizados vídeo-aulas aos servidores do Deecrim e também sobre o AR Digital. Serão os primeiros cursos usando a ferramenta moodle. A ideia é buscar a melhor forma de executar as tarefas forenses tendo como base a produtividade com menor esforço, deixando o SAJ “trabalhar” para o funcionário.

        Comunicação Social TJSP – CD e LV (texto) / LV (fotos) 
        
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