TJSP prestigia posse do ministro Benedito Gonçalves como corregedor nacional de Justiça

Magistrado ocupará cargo no biênio 2026/2028. 
 
O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, desembargador Francisco Eduardo Loureiro, e a corregedora-geral da Justiça, desembargadora Silva Rocha, prestigiaram, ontem (25), a posse do ministro Benedito Gonçalves como corregedor nacional de Justiça no biênio 2026/2028. A solenidade foi conduzida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ministro Luiz Edson Fachin. 
Benedito Gonçalves ingressou na Magistratura em 1988, como juiz federal da 2ª Região. Permaneceu no TRF2 até ser indicado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), em 2008. Foi ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entre 2021 e 2023 – onde também ocupou o posto de corregedor-geral da Justiça Eleitoral – e, mais recentemente, esteve à frente da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam). "A Corregedoria Nacional é uma das mais elevadas responsabilidades do Sistema de Justiça brasileiro. Recebê-la depois de mais de cinco décadas de serviço público e 38 anos de Magistratura é uma conquista que acolho com gratidão, humildade e plena consciência do dever que ela representa. Exercerei essa função com equilíbrio, prudência, coragem e dedicação integral", afirmou o ministro 
O novo corregedor ressaltou o papel da instituição na atividade correicional, mas pontuou sua importância como um órgão de diálogo, orientação e promoção concreta da cidadania, por meio de ações como o Registre-se e Solo Seguro. Também enalteceu todos os seus antecessores, em especial o ministro Mauro Campbell Marques, corregedor nacional no último biênio. "A gestão do meu antecessor foi marcada pela extrema competência e pelo compromisso institucional, valorizando a autonomia e a independência de nossos juízes.  Assumo o compromisso de dar continuidade às políticas que produziram resultados relevantes, sem deixar de enfrentar as novas demandas impostas ao nosso Poder Judiciário." 
O ministro Edson Fachin encerrou a solenidade saudando o colega, de quem destacou a longa experiência no Sistema de Justiça, em especial pelas quase duas décadas de trajetória no STJ. “São 18 anos de atuação marcados pela técnica e, sobretudo, pela compreensão de que o exercício da jurisdição exige independência de espírito”, declarou. "Uma biografia de tantos serviços prestados à República, e temos por certo de que esse será um mandato que protegerá a independência judicial e fará espraiar por toda a Magistratura brasileira uma cultura cada vez mais sólida de cidadania." 
Completaram a mesa de honra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; o vice-presidente do STF, ministro Alexandre de Moraes; o presidente do STJ, ministro Luis Felipe Salomão; o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques; o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho; o procurador-geral da República, Paulo Gonet; o presidente da Comissão Nacional de Estudos Constitucionais da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Marcus Vinicius Furtado Coêlho; e a secretária-geral do CNJ, Clara da Mota Santos Pimenta Alves. Também estiveram presentes a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), juíza Vanessa Ribeiro Mateus; a juíza assessora da CGJ paulista Carolina Martins Clemencio Duprat Cardoso; muitos magistrados; conselheiros e demais integrantes do sistema de Justiça. 
 
Comunicação Social TJSP – RD (texto) / CNJ (fotos) 
        
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