Servidores participam de palestra sobre prosperidade financeira

        O Tribunal de Justiça de São Paulo, a Coordenadoria de Apoio aos Servidores (Caps) e a Escola Judicial dos Servidores (EJUS) promoveram hoje (24) a palestra Dinheiro sem Segredo, ministrada pela orientadora financeira Cristiane Regina Perfídio Maeda. O evento reuniu 298 servidores no Fórum João Mendes Júnior e foi transmitido a outros 1.881 participantes de 179 comarcas do Estado.

        A abertura do encontro foi realizada pela juíza assessora da Presidência Maria Fernanda de Toledo Rodovalho, que parabenizou mais essa iniciativa de valorização dos servidores. “Espero realmente que vocês fiquem mais ricos a partir de hoje”, afirmou a magistrada, com bom humor. O desembargador Louri Geraldo Barbiero também prestigiou o evento.

        A palestrante é supervisora administrativa e orientadora financeira do Programa Quali Vida da Fundação da Fraternidade Judiciária. Em sua exposição, ela esclareceu que é preciso diferenciar dívida de compromisso. “Todos nós temos compromissos, mas quando ele não é pago no dia de seu vencimento, passa a se chamar dívida.”

        Ela também explicou que a falta do dinheiro afeta todos os setores da vida, como saúde, trabalho, família e o lado espiritual de cada um. A educação financeira é um bom instrumento para resolver o problema. “Não se resume a cálculos matemáticos, é a mudança no comportamento de como lidar com o dinheiro, respeitando-se o limite da renda antes de consumir”, disse.

        Ao final, a palestrante indicou uma metodologia que ajuda a alcançar a estabilidade financeira. “Mentalize a situação de vida ideal, registre no papel todos os seus sonhos e implemente ações para viabilizá-los. Faça um diagnóstico de tudo que é gasto, separando por categorias, durante 90 dias. Dessa forma você vai enxergar por onde o dinheiro está escorrendo e reduzir esse consumo”, explicou. “Destine 10% do que você ganha para você, como se fosse a parcela do seu sonho, em alguma aplicação financeira. Reduza esse valor do seu salário e o que sobrar é o que pode ser gasto com seus compromissos.”

 

        Comunicação social TJSP – AG (texto) / RL (fotos)
        
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