Após correições físicas, CGJ realiza reunião virtual com magistrados de Arujá, Itaquaquecetuba e Guarulhos

Conversa com juízes aproxima CGJ do 1º Grau.

 

Em continuidade aos trabalhos correicionais realizados nas comarcas de Arujá, Itaquaquecetuba e Guarulhos, a corregedora-geral da Justiça, desembargadora Silvia Rocha, acompanhada dos juízes assessores da CGJ, reuniu-se virtualmente, na quinta e na sexta-feira (12 e 13), com os magistrados dessas localidades. Também participou dos encontros o coordenador da 44ª Circunscrição Judiciária – Guarulhos, desembargador Carlos Alberto de Sá Duarte, sempre atento às necessidades das comarcas que compõem a CJ.

Com o objetivo de abrir espaço para que os magistrados falassem das dificuldades enfrentadas pelas unidades judiciais e acompanhar o desdobramento dos trabalhos, a desembargadora Silvia Rocha, nas duas reuniões, enfocou temas que necessitam de respostas imediatas ou soluções a curto prazo. Entre os assuntos abordados estão o regime de teletrabalho, com destaque para a importância da presença do juiz no fórum e a manutenção do formato de home office hoje adotado; o reconhecimento do excesso de trabalho dos juízes e juízas e a disponibilidade de a CGJ prestar auxílio sempre que necessário; o respeito necessário ao prazo estipulado para a fila de conclusão; o atendimento ao advogado, que deve ser de maneira respeitosa e adequada; a postura em audiências; e o uso de Inteligência Artificial como apoio à atividade jurisdicional, com extrema responsabilidade e conferência.

Referente à transição para o eproc, a desembargadora Silvia Rocha observou que é natural haver desafios no período inicial de adaptação a um novo sistema, mas destacou que a experiência tem demonstrado ganhos expressivos após a fase de ajuste e configuração das ferramentas de automação. “A Corregedoria e os nossos juízes assessores estão aqui para ouvir e auxiliar em tudo o que for possível”, destacou, de forma recorrente. “É o juiz ou a juíza de cada vara que sabe quais são os problemas e onde a CGJ pode ajudar. A CGJ tem a função disciplinar e não vai se furtar a ela, e nem pode. Mas queremos ajudar, orientar. Tudo o que falei é para melhorar a prestação jurisdicional.”

 

Comunicação Social TJSP – RS (texto) / KS (fotos)

imprensatj@tjsp.jus.br

 

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