TJSP na Mídia: Programa Adote um Boa-Noite é destaque na imprensa
Dia Nacional da Adoção é celebrado hoje (25).
O Dia Nacional da Adoção, celebrado hoje (25), convida à reflexão sobre a garantia do direito à convivência familiar para crianças e adolescentes em todo o país. No sábado (23), o jornal SP 1, da Rede Globo, repercutiu o programa “Adote um Boa-Noite”, do Tribunal de Justiça de São Paulo, que busca estimular a adoção de crianças e adolescentes com mais de oito anos e/ou com alguma deficiência. A reportagem também foi veiculada pela GloboNews. Confira a página do programa.
Em 2025, o Brasil registrou 5.502 adoções, sendo 1.332 no Estado de São Paulo. Na reportagem, a jornalista Laura Cassano informou que quase metade das adoções envolveu crianças de até 2 anos e também ressaltou a relevância do programa “Adote um Boa-Noite”, criado em 2017 pelo TJSP, para incentivar a chamada adoção tardia, ampliando as chances de crianças e adolescentes mais velhos encontrarem uma família. A reportagem destacou que, nesses casos, o tempo de espera dos pretendentes costuma ser menor. Desde sua criação, o programa já contribuiu para a concretização de 120 adoções.
Em entrevista, a juíza da Vara da Infância e da Juventude do Foro Regional de Santana, Maria de Fátima Pereira da Costa e Silva, explicou que, durante o processo, são avaliados aspectos fundamentais como a motivação para a adoção — se há, de fato, o desejo de constituir uma família —, além do preparo emocional e da flexibilidade para lidar com possíveis desafios e diferenças.
A matéria apresentou os passos para quem deseja adotar: procurar a Vara da Infância e da Juventude mais próxima da residência, apresentar a documentação necessária e passar por entrevista com a equipe técnica. Havendo parecer favorável do Ministério Público e decisão judicial, o nome do pretendente é incluído no cadastro nacional, passando então à fase de espera. Foram apresentadas histórias de famílias formadas pelo programa Adote um Boa-Noite, como a de Richard e Yoham, pais de Rubinho, adotado aos 7 anos. Outro exemplo foi o de Alex, que adotou Maicon, então com 8 anos. “Todo mundo fala que fica na fila de espera um ano, cinco anos, e o meu foi rápido. Fiquei muito ansioso, mas, ao mesmo tempo, muito feliz”, relatou.
Comunicação Social TJSP – BC (texto) / LF (arte)
Siga o TJSP nas redes sociais: